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Bangu Atlético Clube

Av. Cônego Vasconcelos, 549 - Bangu

Bangu Atlético Clube Clube de futebol Bangu Atlético Clube é uma agremiação esportiva brasileira, sediada no bairro Bangu na cidade do Rio de Janeiro. O Bangu teve origem junto com a Fábrica Bangu em 6 de fevereiro de 1889, mas embora já fosse praticado o esporte desde este tempo, o clube só viria a ser fundado oficialmente em 17 de abril de 1904. Wikipédia Arena/Estádio: Estádio de Moça Bonita Campeonato: Campeonato Carioca de Futebol Fundação: 17 de abril de 1904 Presidente: Jorge Varela Localização: Bangu, Rio de Janeiro fonte: [link=https://www.google.com/search?q=bangu+atletico+clube&oq=bangu+atl&aqs=chrome.0.69i59j69i57j0l4.2456j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8]Google[/link] Bangu Atlético Clube (fundado como The Bangu Athletic Club) é uma agremiação esportiva brasileira, sediada no bairro Bangu na cidade do Rio de Janeiro. O Bangu teve origem junto com a Fábrica Bangu em 6 de fevereiro de 1889, mas embora já fosse praticado o esporte desde este tempo, o clube só viria a ser fundado oficialmente em 17 de abril de 1904. O clube utiliza as cores vermelha e branca, o que lhe dá a alcunha de alvirrubro. Manda seus jogos no Estádio Proletário Guilherme da Silveira, mais conhecido como Moça Bonita, projetado para 15 mil espectadores, mas com a capacidade atual para cerca de 10 mil, cujo recorde de público é de 32.000 espectadores, na partida entre o Bangu e a Seleção Brasileira, no dia 14 de março de 1970, que terminou empatada em 1 a 1. É um dos clubes mais tradicionais do futebol do Rio de Janeiro, com 103 participações no Campeonato Carioca, sendo o quinto clube que mais participou da primeira divisão,[3][4] e um dos pioneiros do futebol nacional a contar com jogadores negros e operários em seu elenco, o que contribuiu de maneira decisiva para a democratização do esporte - então elitista em seus primórdios - no Brasil.[5][6] Foi o primeiro clube de futebol a ter vinculo com uma escola de samba no Brasil, no caso a Unidos de Bangu, em 1966 houve uma grande festa onde a escola trocou suas cores para homenagear o Bangu AC, atualmente a escola usa a sede aquática do clube para fazer seus ensaios. O clube é detentor de honrarias como a Taça de Invencibilidade de 1950, dada pela Federação Chilena de Futebol pela excursão invicta do Bangu ao Chile, onde o clube ficou invicto contra a Seleção Chilena e os dois maiores clubes do país. A Fita Azul Internacional de 1962, honraria dada pela CBD, por fazer 12 partidas de invencibilidade em gramados internacionais contra times estrangeiros. E a Medalha Tiradentes por ser o primeiro time do Brasil a escalar atletas negros, a luta do Bangu foi tão intensa nesta questão, que o clube se retirou o Campeonato Carioca em que era fundador, em 1907, e só voltou ao campeonato quase dez anos depois, quando finalmente a federação aceitou os seus atletas negros. Seu maior rival no futebol é o America, com o qual disputou por muitas décadas a primazia de ser a quinta maior força do futebol fluminense e com o qual faz o Clássico Bisavô, que recebeu este nome por ser mais antigo que o Clássico Vovô. Suas maiores glórias foram a conquista do troféu American Challenge Cup de 1960 (invicto) e International Soccer League de 1960 (invicto) onde enfrentou grandes equipes do mundo na época,[7] o Torneio dos Campeões de 1967 (invicto), e as conquistas do Campeonato Carioca de 1933 e 1966. O clube ainda ficou vezes entre os 4 primeiros colocados do Campeonato Carioca, mais recentemente em 2019, quando terminou à frente de Fluminense e Botafogo. O Bangu possui quarenta e quatro troféus de campeão, incluindo o mundial de clubes de 1967 e mais dezenove de vice-campeão no futebol profissional em geral, sendo treze títulos internacionais, dois deles oficiais. É o décimo segundo clube brasileiro com mais partidas internacionais. Participou uma vez da Taça Libertadores da América em 1986. Foi Vice-campeão Brasileiro (série A) em 1985 e terceiro colocado em 1987. Foi vinte e seis vezes semifinalista do Campeonato Carioca, sendo sete vezes finalista, incluindo quatro finais seguidas. Enfrentou a Seleção Brasileira em oito oportunidades, tendo vencido duas vezes e empatando uma. É o décimo sexto clube brasileiro que mais cedeu jogadores a Seleção Brasileira, com noventa e seis convocações, e o décimo sexto clube que mais cedeu jogadores para Copa do Mundo da FIFA, com quatro convocações, considerando apenas clubes brasileiros. A torcida Banguense se orgulha de já ter tido o atual melhor jogador do mundo em atividade em seu elenco, Zizinho, seu maior jogador de todos os tempos, foi eleito o melhor jogador da Copa do Mundo da FIFA de 1950, quando era jogador do Bangu, e Marinho foi eleito o melhor jogador do Campeonato Brasileiro de 1985, também quando era do Bangu. Outro grande destaque é Zózimo, Campeão da Copa do Mundo da FIFA de 1958 e 1962, sendo jogador do Bangu. Os maiores ídolos do Gigante do Oeste são: Zizinho, Zózimo, Domingos da Guia, Ladislau da Guia, Marinho, Paulo Borges, Ubirajara Motta, entres outros... História Equipe profissional do Bangu vice-campeã da Copa Rio em 2010 e que se classificou para a Copa do Brasil. Foto de André Luiz Pereira Nunes A origem do clube de futebol surge na Fábrica Bangu, que existia no bairro de mesmo nome, localizado na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, antes de mudar-se para a cidade de Petrópolis, no Estado do Rio de Janeiro. Alguns britânicos que trabalhavam no local, especialmente o escocês Thomas Donohoe, apresentaram o esporte para os brasileiros, trazendo bolas de futebol ao Brasil, ainda no Século XIX. A primeira partida disputada no bairro de Bangu foi em 1894, embora a história "oficial" do início do futebol brasileiro não registre o fato, que conta com farta documentação reunida pelo historiador banguense Carlos Molinari. A versão que indica Charles Miller como introdutor do futebol no Brasil procura desqualificar esse momento, alegando que os jogos realizados anteriormente não ocorreram em campos com medidas oficiais, tampouco com uma organização que previa, entre outras coisas, uniformes às equipes. Em dezembro de 1903, o inglês Andrew Procter sugeriu a fundação de um "club", após observar o entusiasmo de seus colegas. A fundação ocorreu em 17 de abril de 1904, quando foi fundado oficialmente o Bangu Atlético Clube. O primeiro jogo aconteceu no dia 24 de julho de 1904, contra o Rio Cricket, clube de origem inglesa de Niterói, com derrota por 5 a 0. Contudo, já no jogo seguinte, o Bangu conquistou sua primeira vitória: 6 a 0 contra o Andaraí. Em 1905, o Bangu foi um dos fundadores da primeira Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro e, desde o início, teve seu nome vinculado à classe operária fabril e ao bairro que carrega no nome. No Campeonato Carioca de 1916 o Bangu terminou empatado com o Botafogo na segunda colocação. O campeão foi o America, com quem o Bangu faz o importante clássico, menos visado na atualidade, mas com uma história gloriosa, America versus Bangu. O Bangu sempre teve tradição de revelar grandes jogadores e, no final da década de 1920, lançou Domingos da Guia, lenda do futebol brasileiro conhecido como El Divino Mestre, com passagens em outros grandes clubes do Brasil, da Argentina e do Uruguai e pai de outra grande revelação do Bangu, Ademir da Guia. Em 1921, três importantes jogadores banguenses, Claudionor Corrêa, Américo Pastor e José de Mattos, foram convocados para defender a Seleção Brasileira no Sul Americano, na Argentina, mas como eram operários da Fábrica Bangu, não foram liberados por seus chefes para disputar a competição. Em 1921, o aniversário de 17 anos do clube, o Bangu derrota o Botafogo por 3 a 1 e ganha a Taça James Hartley. No ano de 1929 o Bangu ganhava o curioso apelido de Mulatinhos Rosados . Há duas versões para a história. Na primeira, o apelido levava em conta que o time do Bangu era formado basicamente por mulatos. Como suas camisas desbotavam ao suarem, as listras vermelhas pareciam rosadas, surgiu o nome. Na segunda versão, o presidente da época, Antônio Pedroso, para responder a um dirigente adversário que dissera "Como tem crioulo neste time!", respondeu: "Crioulos não, mulatinhos rosados". A história ocorrida com o clube brasileiro pioneiro na luta contra o racismo no futebol brasileiro, ainda em 1905, deve ser entendida de maneira extremamente simpática e singela, se não folclórica. Em 1933, a superioridade do Bangu na conquista de seu primeiro Campeonato Carioca foi incontestável, pois, em 10 jogos, venceu 7, empatou 2 e perdeu apenas 1, com 35 gols em 10 jogos, uma média impressionante de 3,5 gols por jogo. Na final Fluminense versus Bangu, vitória sobre o tricolor por 4 a 0. Estádio Proletário Guilherme da Silveira Filho, conhecido como Moça Bonita. Um dos grandes jogadores da história do Bangu foi Zizinho, tendo liderado o Bangu no final da década de 1940 e início da de 1950, conquistando o Torneio Início de 1950, o primeiro título de um clube no Maracanã, o vice-campeonato carioca de 1951 e o Torneio Início do Torneio Rio-São Paulo, também em 1951, na final carioca contra o rival America. Em 2001 Zizinho foi reconhecido e recebeu um diploma oficial do clube como a maior expressão Banguense nos gramados, é considerado por muitos até hoje como maior ídolo do Bangu. Em 1959 o Bangu foi vice-campeão carioca empatado com o Botafogo, tendo os dois clubes feito uma partida extra para decidir a segunda vaga carioca para a Taça Brasil (o Campeonato Brasileiro da época). Alguns sites, erroneamente, apontam essa partida como decisão do segundo lugar. American Challenge Cup Status de Campeão Mundial em 1960, novamente duas conquistas pioneiras: a American Challenge Cup e a International Soccer League ao enfrentar a Sampdoria (Itália), Rapid Wien (Áustria), Sporting (Portugal), Estrela Vermelha de Belgrado (Iugoslávia), IFK Norrköping (Suécia), e Kilmarnock (Escócia). Sob o comando de Tim, o Bangu conquistara, de maneira invicta, o primeiro torneio de futebol profissional realizado em terras norte-americanas. Uma bela campanha, composta de 5 vitórias e 1 empate, 16 gols a favor e 3 contra (saldo de 13 gols). Ademir da Guia ainda foi eleito o melhor jogador do torneio. Também participaram desta competição, embora o Bangu não tenha chegado a enfrentar, Bayern Munique (Alemanha), Nice (França), Burnley (Inglaterra), New York Americans (EUA) e Glenavon (Irlanda do Norte). Segundo o jornal norte-americano The New York Times, a ISL era reconhecida e tinha a aprovação da FIFA.[8] A própria FIFA cita esse torneio em seu site oficial.[9] Tanto a imprensa[10][11] quanto os torcedores dos clubes campeões reconhecem o torneio como mundial de clubes. Entre 11 de junho de 1961 e 17 de abril de 1963 o Bangu realizou a sua maior série invicta internacional, com 17 jogos (12 vitórias e 5 empates), enfrentando times e seleções da Inglaterra, Canadá, Escócia, Suriname, Bolívia, Colômbia, Equador e Grécia. Depois dos vice-campeonatos de 1964 e 1965, finalmente o Bangu reconquistaria o título do Campeonato Carioca de 1966, com 15 vitórias e 2 empates em 18 jogos, e com um 3 a 0 na decisão contra o Club de Regatas do Flamengo, já aos 3 minutos do segundo tempo, fazendo com que o atacante Almir Pernambuquinho, do Flamengo, arrumasse uma enorme briga para acabar de vez com o jogo e não sofrer uma humilhação ainda maior. Em 1967 ganhou o importante Torneio dos Campeões, foi um quadrangular que reuniu o então atual Campeão Brasileiro e os Campeões Estaduais de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro de 1966, o torneio foi organizado pela Federação Mineira de Futebol com a permissão da CBD, atual CBF. Ainda em 1967, o Bangu seria novamente Vice-campeão no Campeonato Carioca, perdendo o título no último jogo para o Botafogo pelo placar de 2 a 1. Em 14 de março de 1970, jogando no Estádio de Moça Bonita, o Bangu empatou com a Seleção Brasileira que seria tricampeã mundial: 1 a 1 . Em 1984, o Bangu foi campeão da XIV President's Cup da Coréia do Sul, um torneio internacional disputado em Seul, na Coreia do Sul. Foi vice-campeão no Campeonato Carioca de 1985 e vice-campeão no Campeonato Brasileiro, ao perder a final para o Coritiba nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal. Fachada do Bangu Atlético Clube. Participou, pela primeira vez, da Taça Libertadores da América de 1986. Todavia, seus resultados não foram nada convincentes: dois empates(1 a 1 com o Coritiba e 3 a 3 com o Deportivo Quito) e quatro derrotas (1 a 0 e 2 a 1 para o Barcelona de Guayaquil, 3 a 1 para o Deportivo Quito e 2 a 0 para o Coritiba). Além dos títulos conquistados, o Bangu teve também, os artilheiros dos campeonatos cariocas de 1920, (Claudionor, 17 gols), 1922, (Pastor, 10 gols), 1930, (Ladislau da Guia, 20 gols), 1933, (Tião, 15 gols), 1935, (Ladislau da Guia, 18 gols), 1963, (Bianchini, 18 gols), 1966, (Paulo Borges, 16 gols), 1967, (Paulo Borges, 13 gols) e em 1984, (Cláudio Adão, 12 gols). Ladislau da Guia é até hoje o maior artilheiro da história do Bangu, com 229 gols em 333 jogos. Irmão de Domingos da Guia, Médio da Guia e Luiz da Guia, além de tio de Ademir da Guia, todos foram ídolos e craques no Bangu e do futebol brasileiro em geral. Outro jogador da época de Ladislau que merece ser lembrado é Fausto dos Santos, um volante de muita técnica e espírito de liderança, que na Copa do Mundo de 1930, ganhou o apelido de a Maravilha Negra da imprensa uruguaia. O Bangu no Século XXI Ladislau da Guia, maior artilheiro do clube com 229 gols em 333 jogos. No ano de 2001, o Bangu ganhou a Medalha Tiradentes, honraria concedida pela Assembleia Legislativa do estado do Rio de Janeiro, por ter sido o Primeiro Clube Brasileiro a escalar atletas negros em seu time, ainda em 1905. Essa foi, é, e será eternamente, a maior conquista do Bangu, dentro ou fora de campo. Em 2004, o Bangu viveu um momento negro em sua gloriosa história. Foi rebaixado para a Série B do Estadual do Rio de Janeiro no ano de seu centenário, após ser goleado pelo America Football Club. O treinador era Marcelo Cabo. Em 2008, o Bangu consegue voltar à elite do futebol carioca ao vencer a Série B, competição de que vinha participando nos últimos quatro anos. No Campeonato Carioca de 2009, depois de um péssimo início, sendo o único time sem vencer, o Bangu mostrou uma excelente recuperação na reta final da Taça Guanabara e da Taça Rio, terminando em sexto lugar e conseguindo uma vaga na Série D, competição que o clube, devido a dificuldades financeiras, abriu mão de disputar. Em 2010, o clube terminou o campeonato carioca novamente na 6ª colocação. Foi ainda vice-campeão da Copa Rio, tendo perdido a decisão para o Sendas Pão de Açúcar Esporte Clube. Com o vice- campeonato, o Bangu conseguiu uma vaga para a Copa do Brasil de 2011. Em 2011, o Bangu teve uma campanha pífia no Carioca, ficando na 13ª posição. Na Copa do Brasil o clube conseguiu a sua melhor classificação de sempre, ficando na 29ª posição (eliminando na primeira fase a Portuguesa-SP e sendo eliminado pelo Náutico-PE na segunda fase). Na Copa Rio o Bangu teve um desempenho regular ficando em 4º lugar com 6 vitórias, 4 empates e 6 derrotas. Em 2011, a equipe do Bangu de Futebol de 7 teve um ano brilhante: foi vice-campeã brasileira, 3ª colocada na Copa do Brasil, campeã do Torneio Rio-Niterói da 3ª divisão e vice-campeã do Torneio Municipal da 4ª divisão. Em 2012, O clube investiu na reforma de seu estádio, visando receber os clubes grandes nas partidas do Campeonato Carioca. Após um mau início na competição, com duas derrotas nos dois primeiros jogos, o Presidente do Time demitiu seu técnico Marcão e contratou Carlos César para assumir o cargo.[12] Carlos César é demitido na 1ª rodada da Taça Rio e o time contrata Cleimar Rocha, que consegue 4 vitórias, 3 empates e 1 derrota, evitando o rebaixamento e levando o time às semifinais da Taça Rio na maior recuperação da história do Campeonato Carioca. Na semifinal o time perde para o Botafogo por 4 a 2. No 2º semestre o Bangu fez uma excursão com amistosos pela Europa, contra times da Alemanha, Hungria e também Israel, disputando um total de 10 jogos, com 3 vitórias, 4 empates e 3 derrotas. Nesse 2º semestre também foi disputada a Copa Rio, competição na qual o Bangu se sagrou vice campeão, conquistando vaga para disputar a Copa do Brasil de Futebol de 2013. Na temporada 2017 o Bangu voltará a disputar uma competição nacional, no caso a Série D. onde se beneficiou após a classificação do Volta Redonda a Série C.[13] Com a vaga em mãos o Bangu começou a se planejar para a temporada e anunciou o midiático atacante Loco Abreu como novo reforço.[14] Na temporada de 2019 o Bangu fez uma de suas melhores campanhas no século, sendo o terceiro colocado no Campeonato Carioca, classificado para a Copa do Brasil de 2020 e para a Série D de 2020. Tendo um dos artilheiros do campeonato, Anderson Lessa, com 7 gols, além de outros jogadores em destaque, como o goleiro Jefferson Paulino, que acabou indo para o Guarani, ao final do estadual, o volante Marcos Júnior, que acabou indo para o Vasco da Gama junto com o outro destaque, o atacante Jairinho, além também do burquinense, Yaya Banhoro. Pioneirismo O Futebol no Brasil nasceu na Fábrica Bangu, na década de 90 do século dezenove(1890 a 1899). Primeiro clube do Rio de Janeiro a escalar um atleta negro, em 1905. Francisco Carregal foi escalado em 1905. O feito rendeu a Medalha Tiradentes ao clube. Participante do primeiro Campeonato Carioca de Futebol, em 1906. Apenas Fluminense, Botafogo e Bangu são os clubes em atividade que participaram desse campeonato. Primeiro clube com presidente mais jovem do Brasil, em 1920. Ary de Azevedo Franco, eleito presidente do Bangu com apenas 20 anos de idade. Primeiro clube do Brasil a ter centro de trenamento - CT, em 1921. O Bangu concentrava e treinava no Chalé dos Ingleses, depois na Vila Hípica, o local era tão apropriado, que a Seleção Espanhola concentrou e treinou em 1950 na Copa do Mundo da FIFA. Primeiro Campeão Carioca de Futebol Profissional, em 1933. O campeonato realizado pela Liga Carioca de Futebol foi o primeiro campeonato profissional do Rio de Janeiro. Primeiro Campeão do Torneio Início de Futebol Profissional, em 1934. O título conquistado no Estádio de São Januário completou a festa do Campeonato Carioca de 1933. Primeiro clube com patrocínio na camisa, em 1948. Pioneirismo do marketing, o Bangu passou a ser o primeiro clube do Brasil e talvez do mundo a ter patrocínio estampado na camisa.[15][16] Primeiro clube a ter três uniformes de jogo, em 1948. Pioneirismo nos uniformes, o Bangu passou a ser o primeiro clube do Brasil e talvez do mundo a ter três uniformes de jogo.[15][16] Primeiro clube a conquistar um título no Maracanã, em 1950. A conquista aconteceu no dia 30 de julho quando o Bangu bateu o Vasco da Gama na final por 3 a 2 ( Torneio Início). Primeiro clube de futebol a ter vinculo informal com uma escola de samba no Brasil, em 1966. As cores oficiais da Unidos de Bangu eram o azul e o branco. A cor vermelha e branca somente foi adotada em 1966, em homenagem, após o segundo título do campeonato carioca conquistado pelo Bangu Atlético Clube. Pioneirismo este copiado no Estado de São Paulo, como pela Gaviões da Fiel e Camisa 12 (Corinthians), Mancha Verde e TUP (Palmeiras), Dragões da Real e Torcida Independente (São Paulo), Torcida Jovem (Santos), entre as principais. Primeiro clube com mascote na camisa, em 1981. Em 1981 críticos de futebol diziam que faltava "peso na camisa" do Bangu para enfrentar os grandes clubes do Brasil. Castor de Andrade (presidente do clube) tratou de colocar seu símbolo (um Castorzinho) no uniforme alvirrubro. O fato é que o Bangu se tornou o primeiro clube estampar o mascote na camisa.[15] Primeiro clube com uma presidente mulher no Estado do Rio de Janeiro e talvez no Brasil, em 2003. Na luta também contra o machismo no futebol, Rita de Cássia Trindade eleita em novembro de 2003, se tornou a primeira mulher a comandar um clube de futebol no Rio de Janeiro. Fatos históricos Pelé, o maior jogador de todos os tempos, esteve para ser contratado pelo Bangu em 1956 antes de ir para o Santos. Tim era o treinador do alvirrubro e esteve em Bauru-SP, quando já estava tudo certo para ele vir jogar no Bangu. A mãe de Pelé Dona Celeste não aceitou que ele se mudasse para tão longe de São Paulo, e Pelé acabou indo parar no Santos. Este fato também é relatado com grande destaque no filme Pelé Eterno.[17] Leônidas da Silva atuou pelo Bangu em 1951. Foi em um combinado entre Bangu e São Paulo, onde as equipes fizeram 13 jogos na europa; Leônidas da Silva era o treinador do São Paulo, mas em um momento especial a pedidos da torcida francesa em Paris, o Diamante Negro acabou atuando pelo Combinado em uma partida. A adoração dos franceses por Leônidas da Silva se justifica. Na Copa de 1938, o futebol do "homem borracha" encantou o mundo. Em 19 de abril de 1951, em Paris, o Combinado São Paulo-Bangu venceu por 3 a 2 o Racing, com dois gols de Moacir e um de Zizinho, ambos do Bangu. E foi assim que o Bangu teve Leônidas da Silva e Zizinho jogando juntos no mesmo time.[18] Títulos Principais títulos INTERCONTINENTAIS Competição Títulos Temporadas WikiCup Trophy Gold.png International Soccer League 1 1960Cscr-featured.png NACIONAIS Competição Títulos Temporadas CBF - Taça Brasil.svg Torneio dos Campeões 1 1967Cscr-featured.png INTERESTADUAIS Competição Títulos Temporadas Rio-SãoPaulo.png Torneio Início do Rio-São Paulo 1 1951Cscr-featured.png ESTADUAIS Competição Títulos Temporadas Rio de Janeiro Campeonato Carioca 2 1933 e 1966 Rio de Janeiro Taça Rio 1 1987Cscr-featured.png Rio de Janeiro Torneio Início 4 1934Cscr-featured.png, 1950Cscr-featured.png, 1955Cscr-featured.png e 1964Cscr-featured.png Rio de Janeiro Taça Orlando Leal Carneiro 1 1979 Rio de Janeiro Campeonato Carioca - Série B1 3 1911, 1914Cscr-featured.png e 2008 Cscr-featured.png - Campeão invicto Outros títulos Torneios internacionais Equador Torneio Triangular Internacional do Equador: 1957; Luxemburgo Torneio Triangular Internacional de Luxemburgo: 1958; Venezuela Troféu Triangular de Caracas: 1958; Costa Rica Torneio Quadrangular Internacional da Costa Rica: 1959; Estados Unidos Troféu Section ll: 1960;Cscr-featured.png Áustria Torneio Triangular Internacional da Áustria: 1961; Equador Torneio Quadrangular Internacional do Equador: 1962; Coreia do Sul Copa do Presidente da Coreia do Sul: 1984 Cscr-featured.png El Salvador Torneio Quadrangular Internacional de El Salvador: 1998; Estados Unidos Torneio de Inverno : 1999; Vietname BTV Cup: 2015; Torneios nacionais Brasil Torneio Imprensa: 1943; Brasil Torneio Quadrangular do Rio de Janeiro: 1957; Brasil Torneio Triangular de Porto Alegre: 1957 Brasil Torneio Quadrangular do Recife: 1961 Brasil Torneio Quadrangular de Belém do Pará: 1962 Brasil Torneio de Campinas: 1968 Taças nacionais (jogos únicos) Bahia Rio de Janeiro Taça Companhia Aliança da Bahia: 1930 (Bangu 5 x 2 A.A. Bahia) Pernambuco Rio de Janeiro Taça Yara: 1930 (Bangu 1 x 0 A.S.D.T.) Guanabara Minas GeraisTaça Dr. Guilherme da Silveira Filho: 1953 (Bangu 5 x 3 Atlético Mineiro) Bahia Rio de Janeiro Taça Ariston Cardoso: 1956 Bangu 7 x 0 Grêmio Itabunense) Pará Rio de Janeiro Taça Aurélio do Carmo: 1962 (Bangu 4 x 1 Paysandu) Minas Gerais Rio de Janeiro Taça Castor de Andrade: 1982 (Bangu 4 x 0 Seleção de Ubá) Ceará Rio de Janeiro Taça Governador Virgílio Távora: 1982 (Bangu 2 x 1 Ceará) Torneios estaduais Rio de Janeiro Taça João Ferrer: 2 vezes — 1907 e 1911; Rio de Janeiro Torneio Romeu Dias Pinto: 1972; Rio de Janeiro Torneio da Integração (Taça Almirante Heleno de Barros Nunes): 1976; Rio de Janeiro Torneio Hilton Gósling: 1977; Rio de Janeiro Torneio Comitê de Imprensa: 1980; Rio de Janeiro Torneio Quadrangular de Volta Redonda: 1988; Rio de Janeiro Taça Estádio Guilherme da Silveira Filho 50 anos: 1997; Rio de Janeiro Copa Verão: 2004; Taças estaduais (jogos únicos) Rio de Janeiro Taça Sport Club Brasileiro: 1916 (Bangu 2 x 1 Andaraí); Rio de Janeiro Taça Liga Bancária de Futebol: 1917 (Bangu 6 x 1 Vila Isabel); Rio de Janeiro Taça Federação Brasileira das Sociedades de Remo: 1917 (Bangu 6 x 0 Andaraí); Rio de Janeiro Taça Moraes: 1920 (Bangu 4 x 0 Hellênico); Rio de Janeiro Taça James Hartley: 1921 (Bangu 3 x 1 Botafogo); Rio de Janeiro Taça James Schofield: 1923 (Bangu 4 x 2 Mangueira); Rio de Janeiro Taça Oswaldo Gomes: 1936 (Bangu 3 x 1 Olímpico); Rio de Janeiro Taça Euvaldo Lodi: 1950 (Bangu 3 x 1 Flamengo); Rio de Janeiro Taça Governador Togo de Barros: 1958 (Bangu 7 x 2 Cruzeiro do Sul); Rio de Janeiro Taça Semana da Marinha: 1966 (Bangu 3 x 1 Fluminense) Rio de Janeiro Taça Euzébio de Andrade: 1980 (Bangu 1 x 0 Campo Grande) Rio de Janeiro Taça Joaquim Guilherme da Silveira: 1987 (Bangu 1 x 0 Cabofriense) Rio de Janeiro Taça João Galindo: 1998 (Bangu 1 x 0 Rio Cricket) Honoríficos Scudetto chile.jpg Taça de Invencibilidade (1950 Cscr-featured.png) Taça dada pela Federação Chilena de Futebol pela excursão invicta do Bangu ao Chile. Fita Azul Internacional (1962 Cscr-featured.png) Honraria dada pela CBD ao Bangu por 12 partidas de invencibilidade em gramados internacionais contra times estrangeiros. Os países visitados foram: Suriname, Bolívia, Colômbia e Equador. Brasão do estado do Rio de Janeiro.svg Medalha Tiradentes (2001) Primeiro clube do Rio de Janeiro a escalar um atleta negro em 1905. Categorias de base Rio de Janeiro Campeonato Carioca de Juniores: 4 (1952, 1953, 1959, 1987) Rio de Janeiro Campeonato da Segunda Divisão de Juniores: 1 (2008) Rio de Janeiro Campeonato Carioca Especial Sub-17: 2 (2011 e 2012) Rio de Janeiro Torneio Início de Juniores: 4 (1952, 1954, 1958, 1966) Rio de Janeiro Torneio Octávio Pinto Guimarães Sub-20: 1 (2003) Aspirantes Rio de Janeiro Campeonato Carioca de Aspirantes (2º Quadro): 1 (1950) * Nota: Corresponde ao Segundo Quadro do elenco titular. Masters Rio de Janeiro Campeonato Carioca de Veteranos: 1 (1954) Rio de Janeiro Torneio Início de Veteranos: 4 (1941 Cscr-featured.png, 1943 Cscr-featured.png, 1948 Cscr-featured.png e 1954 Cscr-featured.png) Futebol feminino Rio de Janeiro Campeonato Carioca Feminino Sub-17: 1 (2010) Estatísticas Ver artigo principal: Estatísticas de todas as temporadas Participações Ver artigo principal: Temporadas do Bangu Participações em 2020 Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa Rio de Janeiro Campeonato Carioca 106 Campeão (1933 e 1966) 1906 2020 1 Série B do Carioca 7 Campeão (1911, 1914 e 2008) 1910 2008 3 – Brasil Campeonato Brasileiro 11 Vice-campeão (1985) 1967 1988 1 Série B 8 8º colocado (1995 e 2000) 1980 2000 1 1 Série C 5 7º colocado (1990) 1990 2003 1 – Série D 2 40º colocado (2017) 2017 2020 – Copa do Brasil 5 2ª fase (2011) 2003 2020 Flags of the Union of South American Nations.gif Copa Libertadores da América 1 Grupos (1986) 1986 1986 Ranqueamento CBF O Bangu é atualmente o 168º colocado no ranking da CBF e o sexto nos rankings cariocas de títulos e de pontos ganhos, entre outros. Rivalidades Clássico Bisavô America versus Bangu America 108 vitória(s), 509 gol(s) Bangu 103 vitória(s), 439 gol(s) Empates 68 Total de jogos 279 Total de gols 948 [Expandir]Primeira partida [Expandir]Última partida editar Procurar imagens disponíveis America e Predefinição:Campo Grande Atlético Clube são os dois maiores rivais do Bangu. Bangu versus America é conhecido como Clássico Bisavô. Já Bangu versus Campo Grande é conhecido como o Clássico Rural. Com a decadência da equipe do Campo Grande, o seu maior rival junto com o America é o Madureira. Principais adversários Entre 1904 e 2018, de acordo com a página não oficial do clube[19] que lista os seus cerca de 4.000 jogos, as dez equipes com as quais o Bangu disputou mais jogos foram o America FC (283 jogos), o Fluminense FC (263), o Botafogo FR (261), o CR Flamengo (254), o CR Vasco da Gama (235), o Madureira EC (187), o São Cristóvão FR (183), o Bonsucesso FC (168), o Olaria AC (153) e a AA Portuguesa (92 jogos). Neste mesmo período, as dez equipes que o Bangu venceu mais vezes foram o America FC (103 vitórias), o Bonsucesso FC (94), o Madureira EC (92), o São Cristóvão FR (89), o Olaria AC (81), o CR Flamengo (63), o Fluminense FC (56), a AA Portuguesa (52), o Botafogo FR (49) e o CR Vasco da Gama (42 vitórias). Já as dez equipes com as quais o Bangu mais vezes empatou foram o America FC (68 empates), o Botafogo FR (66), o CR Vasco da Gama (48), o Fluminense FC (47), o Bonsucesso FC (44), o Madureira EC (42), o CR Flamengo (41), o São Cristóvão FR (39) e Olaria AC (38) e o Americano FC (31 empates). E as dez equipes que mais sofreram gols do Bangu foram o America FC (445 gols), o São Cristóvão FR (386), o Madureira EC (370), o Bonsucesso FC (369), o CR Flamengo (342), o Botafogo FR (333), o Fluminense FC (303), o Olaria AC (268), o CR Vasco da Gama (265) e o Canto do Rio FC (175 gols). Contra times de outros Estados da Federação, os melhores resultados do Bangu são contra o Clube Atlético Mineiro, contra o qual já disputou 22 partidas. O recorde do Bangu em vitórias é contra o próprio Atlético Mineiro e contra a SE Palmeiras, com 7 vitórias sobre cada um. O maior número de empates foi contra o Atlético Mineiro e o EC Bahia, 6 empates com cada um e o maior número de gols também é contra o Atlético Mineiro, com o Bangu tendo marcado um total de 32 gols no confronto contra o Galo. Símbolos Cores As cores vermelha e branca instituídas como as cores do Clube, são devidas a iniciativa dos próprios ingleses que fundaram o Bangu, em homenagem, por certo, a São Jorge, padroeiro da Inglaterra, ou relembrando, segundo outra teoria, o Southampton FC, clube da Inglaterra fundado em 1885, cujo Brasão é representado por três rosas (duas vermelhas e uma branca) e as camisas são iguais. Uniformes Time profissional em 2012. Foto de André Luiz Pereira Nunes O seu uniforme é composto por camisas com listras verticais vermelhas e brancas, calções brancos e meias com listas horizontais na mesma cor da camisa, sendo que desde sua fundação o clube tem por meta se desenvolver em três setores: o social, o cultural e o esportivo, pois tanto isso é verdade que no seu escudo, as letras B, A, C não são simples desenhos, cada qual representa um objeto. O "B" significa um pincenê, espécie de monóculos muito usado no século XX, e que representa o lado "intelectual" do clube. O "A" é um suporte para pintura de telas, mostrando uma vocação para o lado cultural. O "C" representa uma ferradura, desejando sorte nas atividades esportivas, tudo isso sobreposto sobre faixas diagonais vermelhas e brancas, desenhado em 1904, pelo chefe da seção de gravura da Fábrica Bangu, o português José Villas Boas. Hino Foi em 1949 que o compositor Lamartine Babo, famoso por suas "marchinhas" de carnaval compôs os hinos dos clubes do Rio. A gravação, porém, só seria comercializada no ano seguinte, aproveitando a realização da Copa do Mundo no Brasil. O mais curioso foi como Lamartine teve que escrever os hinos. Há muito tempo, o compositor vinha "enrolando" a gravadora com a entrega das músicas. Com a paciência esgotada, os diretores da indústria fonográfica tiveram a ideia de convidar Lamartine para um baile fictício. Ao chegar no lugar, não havia festa alguma, mas sim irritados empresários que prenderam o boêmio e só o deixariam sair depois que escrevesse a letra dos hinos de todos os clubes da cidade do Rio de Janeiro. E foi assim que o "malandro" Lamartine Babo, enfim, entregou as músicas à gravadora. Torcedor fanático do America, deixou para compor o hino do seu clube por último, e com certeza o fez um dos mais belos do país. O hino do Bangu também ficou pronto naquela noite, e como curiosidade, cita em sua letra o nome do grande craque Domingos da Guia. Mascote O seu mascote é um castor, em alusão ao bicheiro Castor de Andrade, que foi presidente de honra e grande financiador do Bangu até o fim da década de 80, com recursos provenientes do jogo do bicho, sendo o grande responsável pela conquista do título de campeão carioca de futebol de 1966 e pelo vice-campeonato brasileiro de 1985, perdendo a decisão para o Coritiba na final, na disputa de pênaltis, no Maracanã. Torcida Em 1948 a torcida do Bangu representava 0,8% dos torcedores da cidade do Rio de Janeiro, em 1951 1,8%, em 1954 2% e em 1959 1%, variando entre a sexta e a sétima colocação, disputando nesses anos posição com o São Cristóvão, então, um clube mais pujante.[20] A torcida do Bangu, concentrada no bairro que o clube carrega no nome, foi identificada pela pesquisa de torcidas IBPS 2008 (antes disso, 1% no Estado do Rio de Janeiro em 1983), como tendo 0,3% dos torcedores do município do Rio de Janeiro, cerca de 20.000 pessoas, número que pode ser ainda maior, dadas as margens de erros das pesquisas.[21] Timemania Posição do Bangu na Timemania da Loteria Federal: Ano Posição Nº de Apostas % 2009 42º 413.696 0,75% 2010 41º 472.450 0,78% 2011 40º 679.315 0,85% 2012 35º 1.168.579 0,93% Torcidas organizadas Super Bangu - Fundada em 19 de fevereiro de 2002 Bangoró - Fundada em 22 de maio de 2009 Banfiel - Fundada em 22 de outubro de 2005 Banguçalo - Fundada em 20 de agosto de 2000 Castores da Guilherme (Barra brava) - Fundada em 21 de novembro de 2011 Gigante da Oeste - Fundada em 21 de junho de 2017. TJB (Torcida Jovem Do Bangu) - Fundada em 2019. Jogadores destacados Ver artigo principal: Lista de jogadores do Bangu Atlético Clube convocados para Copas do Mundo Farm-Fresh award star gold 2.png Jogadores que, no mundo, só jogaram pelo Bangu Atlético Clube Farm-Fresh award star silver 2.png Jogadores que, no Brasil, só jogaram pelo Bangu Atlético Clube Farm-Fresh award star bronze 2.png Jogadores que, no Rio de Janeiro, só jogaram pelo Bangu Atlético Clube Esta é uma lista de jogadores de destaque que já passaram pelo Bangu: Brasil Ademir Batista Brasil Ademir da Guia Farm-Fresh award star bronze 2.png Brasil Ado Brasil Aladim Farm-Fresh award star bronze 2.png Brasil Ari Clemente Farm-Fresh award star bronze 2.png Brasil Arturzinho Brasil Baby Brasil Benedito Dantas Brasil Calazans Brasil Cláudio Adão Brasil Décio Esteves Brasil Domingos da Guia Brasil Ernâni Brasil Euclides Brasil Fausto dos Santos Brasil Fidélis Brasil Frederico Pinheiro Brasil Gilmar Brasil Gílson Paulino Brasil Hilton Brasil Ladislau da Guia Brasil Luiz da Guia Brasil Marinho Brasil Mário Brasil Mário Tito Brasil Mauro Galvão Brasil Médio da Guia Brasil Moacir Bueno Brasil Nando Brasil Nilton dos Santos Brasil Nívio Gabrich Brasil Paulo Borges Brasil Plácido Brasil Ubirajara Motta Brasil Zizinho O ex-artilheiro Cláudio Adão. Baby, ex-lateral-esquerdo Bola de Prata da Revista Placar em 1985 Marinho, o grande ídolo mais recente. Ado, ex-atacante e ídolo nos anos 1980. Nando, ex-atacante do Bangu nos anos 1980. Gílson Paulino Arturzinho Seleção de todos do tempos do Bangu Soccer Field Transparant.svg Ubirajara 1Fidélis 2Zózimo 3Domingos 4Nilton 6Zizinho 8Fausto 5Arturzinho 11Paulo 7Marinho 10Ladislau 9 Seleção do Bangu. Treinador: Tim. Formação da seleção 4-3-3. Técnico: Tim, Auxiliar: Moisés. Goleiros Defesa Meio Ataque Brasil Ubirajara Motta Brasil Gilmar Brasil Euclides Brasil Fidélis Brasil Domingos da Guia Brasil Zózimo Brasil Nilton dos Santos Brasil Ademir Batista Brasil Mauro Galvão Brasil Luiz da Guia Brasil Ari Clemente Brasil Fausto dos Santos Brasil Zizinho Brasil Arturzinho Brasil Médio da Guia Brasil Ademir da Guia Brasil Aladim Brasil Paulo Borges Brasil Marinho Brasil Ladislau da Guia Brasil Plácido Brasil Moacir Bueno Brasil Nívio Gabrich Seleção de todos os tempos do Bangu Seleção do Centenário do Bangu Treinadores Zagallo foi um dos principais técnicos da história do Bangu. Esses são os principais treinadores: Brasil Ademar Pimenta Argentina Alfredo González Brasil Alfredo Sampaio Brasil Antônio Lopes Júnior Brasil Aymoré Moreira Brasil Cleimar Rocha Brasil Dé Brasil Didi Edson Mazola Brasil Evaristo de Macedo Brasil Flávio Costa Brasil Gentil Cardoso Brasil Luís Vinhaes Brasil Martim Francisco Argentina Menotti Manfrenatte Brasil Moisés Uruguai Ondino Viera Brasil Paulo César Carpeggiani Argentina Plácido Monsores Brasil Pinheiro Brasil Tita Brasil Tim Brasil Vava Brasil Yustrich Brasil Zagallo Brasil Zé Maria Brasil Zizinho Brasil Zózimo Presidentes Jorge Varela, o atual presidente Ano(s) Presidente 1904 Inglaterra William French 1905 Portugal José Villas Boas 1906 - 1907 Inglaterra William French 1908 - 1909 Inglaterra James McGregor 1909 - 1910 Inglaterra Andrew Procter 1911 - 1914 Inglaterra James Hartley 1915 - 1917 Brasil Noel de Carvalho 1918 Portugal José Villas Boas 1919 Brasil Firmino de Carvalho 1920 - 1921 Brasil Ary de Azevedo Franco 1922 - 1928 Inglaterra James Schofield 1929 - 1930 Brasil Antonio Pedroso Reis 1931 - 1934 Brasil José Alberto Guimarães 1935 - 1936 Brasil Miguel José Pedro 1937 - 1949 Brasil Guilherme da Silveira Filho 1949 Brasil Eugênio Barbosa Paixão 1949 - 1956 Brasil José Ramos Penedo 1957 - 1958 Brasil Fausto Guimarães de Almeida 1959 - 1962 Brasil Maurício Cesar Buscácio 1963 - 1968 Brasil Euzébio Gonçalves de Andrade e Silva 1969 - 1970 Brasil Elias Gaze 1970 Brasil Orlando Lopes 1971 Brasil José Augusto Salgado de Carvalho 1972 Brasil José Vital 1973 - 1974 Brasil Rubens de Freitas 1975 - 1976 Brasil Maurício Cézar Buscácio 1977 - 1979 Brasil Sergio Carlos Soares Saraiva 1980 - 1982 Brasil Antenor Vicente Corrêa Filho 1983 - 1988 Brasil Rui Esteves das Dores Filho 1989 - 1991 Brasil Rubens Lopes da Costa Filho 1992 - 1993 Brasil Carlos Teixeira Martins 1994 - 1998 Brasil Antídio Vieira Dantas Filho 1999 - 2000 Brasil Jorge Francisco Varela da Costa 2001 - 2002 Brasil Rubens Lopes da Costa Filho 2003 Brasil João Paulo Giancristóforo 2003 - 2006 Brasil Rita de Cássia Trindade 2007 - 2014 Brasil Jorge Francisco Varela da Costa Elenco Soccerball current event.svg Última atualização: 4 de novembro de 2017.[22][23] Goleiros Jogador Brasil Jeferson Paulinoo Brasil Luan Mangea Ribeiro Defensores Jogador Pos. Brasil Rodrigo Lobão Z Brasil Anderson Penna Z Brasil Jeferson Z Brasil Glauber Z Brasil João Marcos LD Brasil Ronaldo LD Brasil Kelvin LD Brasil Bruno Corrêa LE Brasil Guilherme LE Meio-campistas Jogador Pos. Brasil Josiel V Brasil Rogério Xodó V Brasil Wesley V Brasil Sidney V Brasil Felipe Dias V Brasil Serginho V Brasil Léo Lisboa M Brasil Medina M Brasil Robinho M Brasil Tchô M Atacantes Jogador Brasil Rodrigo Alves Brasil Felipe Adão Brasil Alex Azeredo Brasil Bruno Luiz Brasil Anderson Lessa Comissão técnica Nome Pos. Brasil Ado T Legenda Capitão : Capitão Lesionado : Jogador lesionado/contundido PenalizadoExpulso: Jogador suspenso Transferências para 2018 Entradas Entradas Jogador Pos. Clube anterior Ref. Brasil Célio Gabriel G Brasil Taubaté Brasil Éberson M Brasil Tigres do Brasil Brasil Valdir L Brasil Macaé Brasil Marcos Júnior M Brasil América-RN Brasil Michel Z Brasil Moto Club Brasil Rodney M Brasil Caldense Brasil Anderson Lessa A Brasil Bragantino Brasil Rafinha L Brasil Cerâmica Brasil Rogério Xodó M Brasil Artsul Brasil Bruno Paiva M Brasil Tupi Brasil Maycon Aquino A Brasil XV de Piracicaba Brasil Adilson G Brasil Olímpico Brasil Dalton Z Brasil Luverdense Saídas Saídas Jogador Pos. Clube de destino Ref. Brasil Márcio G Brasil Penapolense Brasil Jefferson G Bolívia Bolívar Brasil Mauro Silva M Brasil Bonsucesso Emprestado Brasil Marlon A Brasil Botafogo Brasil Sérgio Raphael Z Brasil Juventus Brasil Bruno Luiz A Brasil Bonsucesso Brasil Marcos Paulo Z Brasil Barcelona-RJ Brasil Walter Z Brasil Rio Claro Brasil Hudson L Brasil Rio Claro Brasil Camutanga Z Brasil Náutico Brasil Magno L Brasil Vitória-ES Brasil Thiaguinho L Brasil 7 de Setembro-MS Brasil Daniel Damião L Brasil Remo Brasil João Guilherme Z Brasil Cruzeiro-RS Legenda Vindo de Empréstimo : Jogadores que retornam de empréstimo Emprestado : Jogadores emprestados Bibliografia Bangu - Cantos do Rio, por Roberto Assaf, 2004 Nós é que somos banguenses, por Carlos Molinari, 2004 Almanaque do Bangu, por Carlos Molinari, 2006 Eternamente Bangu, por José Rezende, 2006 Aposte no Mossoró: Uma estória esportiva no Rio de Janeiro dos anos 1930, por Rafael Duarte Oliveira Venancio, 2016[24] Os Proletários da Bola, por Gustavo Santos, 2017 Ver também O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Bangu Atlético Clube Confrontos entre Bangu e Fluminense no futebol Confederação Brasileira de Futebol Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Clubes brasileiros de futebol Referências «Bangu». Sambafoot «CBF» (PDF) Globoesporte.com (1 de julho de 2008). «Clubes tradicionais do Rio lutam pela sobrevivência e contra o ostracismo». Globoesporte.com. Consultado em 29 de julho de 2014 Raphael Zarko (17 de abril de 2009). «Exposição celebra os 105 anos do Bangu, um pioneiro do futebol brasileiro». Globoesporte.com. Consultado em 29 de julho de 2014 Waldenyr Caldas (1990). Pontapé Inicial. Memória do futebol brasileiro (1894-1933). São Paulo: Ibrasa. 234 páginas. ISBN 8534810923 Marcelo Monteiro (23 de março de 2011). «A contribuição do Vasco para a integração racial e social no futebol». Globoesporte.com. Consultado em 29 de agosto de 2014 «Bangu: Torneio Internacional de Nova York 1960». Bangu.net. Consultado em 11 de setembro de 2016 «Bangu, Karlsruhe Play Tonight In Polo Grounds Soccer Game; Permission is Received by International League to Continue its Schedule.». select.nytimes.com «Título ainda não informado (favor adicionar)». pt.fifa.com Bangu, Campeão Mundial! - Jornal dos Sports, 6-8 de Agosto de 2010, página 11 Bangu, Campeão Mundial de 1960 - Jornal O Lance!, 13 de Agosto de 2010, página 39 Novidades Bangu Net Terra (3 de setembro de 2016). «Voltaço vence, está na Série C e 'ajuda' Bangu a voltar para Série D». Consultado em 4 de setembro de 2016 GloboEsporte.com (12 de novembro de 2016). «Técnico do Bangu se empolga com acerto com Loco Abreu: "Um atrativo"». Consultado em 14 de novembro de 2016 «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.bangu.net «Título ainda não informado (favor adicionar)». www.abi.org.br «Site Lancenet». www.lancenet.com.br «Livro Nós é que somos banguenses». www.bangu.net «Site bangu.net». www.bangu.net Site CAMPEÕES DO FUTEBOL - As maiores torcidas do futebol no Rio de Janeiro (1948 a 2012), página editada em 12 de setembro de 2018 e disponível em 18 de novembro de 2018. «Histórico de pesquisas de torcidas no Estado do Rio de Janeiro». www.rsssfbrasil.com «Elenco atual de Futebol». Site oficial do Bangu Atlético Clube. Consultado em 23 de junho de 2015 «Comissão Futebol Profissional». Site oficial do Bangu Atlético Clube. Consultado em 23 de junho de 2015 Venancio, Rafael Duarte Oliveira. Aposte no Mossoró: Uma estória esportiva no Rio de Janeiro dos anos 1930. [S.l.: s.n.]



Fonte: pt.wikipedia.org

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